segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Destinatário Anônimo...

Caro,

Sentimos pelo outro o mesmo, Sabemos nossas diferenças, nossas semelhanças e nossas indiferenças, nos amamos e nos odiamos por elas, não vivemos o tempo certo nem o momento certo, não sei o porque de tanto orgulho e hipocrisia, nem sei se vale a pena falar sobre o incontido sentimento.Tantos anos, tantos altos e baixos, e paramos assim, com perdas e sem perdões, como um romance escrito, que acaba quando fechamos o livro. Triste é o que ficou pra trás, o que nunca será, porque nunca foi. Meu consolo? A superação inocente, a inocência perdida. Quando, como, porque?Não sei, e se sei, não importa mais. Fomos Homens, Reis, Demonios e meninos, sempre no momento errado. Sempre em dissonância.Se um dia te perdoarei, não sei, tampouco serei perdoado, por erros que não cometi.Tracei uma teia e você caiu nela... pobre mariposa...E hoje?
Eu vivo em Paz!

Autor Desconhecido


Post Rita de Cássia

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