A melhor fase da vida é aquela na qual percebemos que temos o controle sobre ela, alguns chamam isso de maturidade, outros enxergam isso apenas como uma simples descoberta, o nome dado não importa...
isso é sentir o poder de nos desapegar de tudo aquilo que não nos faz bem e subtrair tudo aquilo que nos faz feliz, aliás somos responsavél por nossa própria felicidade e isso é divíno... Hoje eu só dou plantão para aquilo que me faz bem...
Autor Desconhecido
Rita de Cássia
domingo, 6 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
"...você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, é, não estou sendo agressivo não, esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente"
"Para uma avenca partindo" em "O Ovo Apunhalado"
Caio F.
post Erika
"Para uma avenca partindo" em "O Ovo Apunhalado"
Caio F.
post Erika
domingo, 4 de outubro de 2009
A Tristeza Permitida
Se eu disser pra você que hoje acordei triste, que foi difícil sair da cama, mesmo sabendo que o sol estava se exibindo lá fora e o céu convidava para a farra de viver, mesmo sabendo que havia muitas providências a tomar, acordei triste e tive preguiça de cumprir os rituais que normalmente faço sem nem prestar atenção no que estou sentindo, como tomar banho, colocar uma roupa, ir pro computador, sair para compras e reuniões – se eu disser que foi assim, o que você me diz?Se eu lhe disser que hoje não foi um dia como os outros, que não encontrei energia nem para sentir culpa pela minha letargia, que hoje levantei devagar e tarde e que não tive vontade de nada, você vai reagir como?Você vai dizer “te anima” e me recomendar um antidepressivo ou vai dizer que tem gente vivendo coisas muito mais graves do eu (mesmo desconhecendo a razão da minha tristeza), vai dizer para eu colocar uma roupa leve, ouvir uma música revigorante e voltar a ser aquela pessoa que sempre fui, velha de guerra.Você vai fazer isso porque gosta de mim, mas também porque é mais um que não tolera a tristeza: nem a minha, nem a sua, nem a de ninguém. Tristeza é considerada uma anomalia do humor, uma doença contagiosa, que é melhor eliminar desde o primeiro sintoma. Não sorriu hoje? Medicamento. Sentiu vontade de chorar à toa? Gravíssimo, telefone já para o seu psiquiatra.A verdade é que eu não acordei triste hoje, nem mesmo com uma suave melancolia, está tudo normal. Mas quando fico triste é comum, é um sentimento tão legítimo quanto a alergia, é um registro da nossa sensibilidade, que ora gargalha em grupo, ora busca o silêncio e a solidão. Estar triste não é estar deprimido.Depressão é coisa muito mais séria, contínua e complexa. Estar triste é estar atento a si próprio, é estar desapontado com alguém, com vários ou com si mesmo, é estar um pouco cansado de certas repetições, é descobrir-se frágil num dia qualquer, sem uma razão aparente – as razões têm essa mania de serem discretas.“Eu não sei o que meu corpo abriga/ nestas noites quentes de verão/ e não importa que mil raios partam/ qualquer sentido vago de razão/ eu ando tão down ...”. Lembra da música? Cazuza ainda dizia lá no meio dos versos, que pega mal sofrer. Pois é, pega. Melhor sair pra balada, melhor forçar um sorriso, melhor dizer que está tudo bem, melhor desamarrar a cara. Não quero te ver triste assim”, sussurrava Roberto Carlos em meio a outra música. Todos cantam a tristeza, mas poucos a enfrentam de fato. Os esforços não são para compreendê-la, e sim para disfarçá-la, sufocá-la, ela que, humilde, só quer usufruir do seu direito de existir, de assegurar o seu espaço nesta sociedade que exalta apenas o oba-oba e a verborragia, e que desconfia de quem esta calado demais. Claro que é melhor ser alegre que ser triste (agora é Vinicius), mas melhor mesmo é ninguém privar você de sentir o que for. Em tempo na maioria das vezes, é a gente mesmo que não se permite estar alguns degraus abaixo da euforia.Tem dias que não estamos pra samba, pra rock, pra hip-hop, e nem por isso devemos buscar pílulas mágicas para camuflar nossa introspecção, nem aceitar convites para festas em que nada temos para brindar. Que nos deixem quietos, que quietude é armazenamento de força e sabedoria, daqui a pouco a gente volta, a gente sempre volta, anunciando o fim de mais uma dor – até que venha a próxima, normais que somos."
Martha Medeiros
Martha Medeiros
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
"E minhas tentativas de gostar das pessoas já me esgotaram.
Não quero começar mais nenhuma relação que eu já conheço o script: eu me encanto, ele se apaixona, eu me esforço pra gostar, ele tenta me conquistar, eu me culpo, ele sofre.
Tudo isso gasta energia, me desilude e me deixa cada vez mais fechada.
Fico achando que então devo me interessar pelos que não vão gostar de mim logo de cara, porque aí eu é que sofreria e quem sabe assim eu conseguisse me fixar."
Veronica H.
Não quero começar mais nenhuma relação que eu já conheço o script: eu me encanto, ele se apaixona, eu me esforço pra gostar, ele tenta me conquistar, eu me culpo, ele sofre.
Tudo isso gasta energia, me desilude e me deixa cada vez mais fechada.
Fico achando que então devo me interessar pelos que não vão gostar de mim logo de cara, porque aí eu é que sofreria e quem sabe assim eu conseguisse me fixar."
Veronica H.
Post - Erika
domingo, 9 de agosto de 2009
....
Dentro de mim há pensamentos demais, o que torna tudo meio apertado, mas tenho tentado dar uma arrumada nessas idéias para que cada uma fique na sua gaveta. Há também sentimentos demais, mas de forma alguma vou expulsá-los, deixo que circulem à vontade pelo meu corpo. Dentro de mim as estações são bem definidas: verão é verão, inverno é inverno. Toca música aqui dentro quase o tempo todo, e há uma satisfação secreta que precisa se manter secreta para não passar por boba. Há crianças e adultos dentro de mim, todos da mesma idade. Aqui dentro existe uma praia e uma montanha coladas uma na outra, parece até Rio de Janeiro, só que os tiroteios são raros. O último bangue-bangue emocional que metralhou minha alma faz quase um ano. Dentro de mim estão muitas lágrimas que não foram choradas pra fora e muitos sorrisos que, de tão íntimos, também guardei. Dentro de mim, às vezes, são produzidas algumas cenas sofisticadas e roteiros de filme B. Como não gostar de viver aqui dentro?E você, tem sido um bom hospedeiro de si mesmo?
"Martha Medeiros
Postado por: Rita de Cássia
"Martha Medeiros
Postado por: Rita de Cássia
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Trecho da Analogia com a Informática
da Casa dos Budas Ditosos - João Ubaldo Ribeiro
"Em tese, somos capazes de nos apaixonar por tantas pessoas quantas sejamos capazes de lembrar, o limite é este, não um, ou dois, ou três, ou quatro, ou cinco, ou dezessete, todos esses números são arbitrários, tirânicos e opressores. Tá lá o meu fichário apaixonativo, com o perfil do que eu acho atraente, que é bastante vasto. Entrou novo contato, perfil aprovado, eu posso me apaixonar por ele. Hoje eu estou altamente informática. A superstição perniciosa generalizada é que é preciso deletar o anterior, para aceitar o novo. Que pobreza, que pobreza, que pobreza, que atraso! Se a memória aceita, se o perfil confere, se a senha foi dada, roda os dois programas ao mesmo tempo, roda os três, roda os vinte, porra! Minimiza um, roda embaixo o outro, exporta um arquivo pra lá, outro pra cá, a informática é muito educativa, para que os débeis mentais que tanto pontificam e nos abalam com suas besteiras compreendam que os processos mentais que consideram sublimes e prova da existência de Deus são meras linhazinhas de comando de rotina no DOS do cérebro, o buraco é abissalmentissimamente mais embaixo. Claro que a paixão nova, no primeiro momento, mobiliza muito o apaixonado, que tende a ficar cego para os outros arquivos e ai, na maior parte das vezes, o entulho burro começa a aporrinhar, o camarada foi treinado para não achar aquilo certo, tem que deletar o arquivo em uso, não sei o quê. A analogia informática continua certeira, é como um programa novo, um brinquedo novo. Mas depois a gente abre o arquivo mais antigo, é bom, reaviva, estimula, meu Deus, por que erigimos empecilhos absurdos e destrutivos da beleza da Criação, os arquivos podem conviver na maior paz; clica, ele abre, tudo pronto para o deleite de todos e o cumprimento cioso quão alegre da sina! O limite é a memória!"
Erika
da Casa dos Budas Ditosos - João Ubaldo Ribeiro
"Em tese, somos capazes de nos apaixonar por tantas pessoas quantas sejamos capazes de lembrar, o limite é este, não um, ou dois, ou três, ou quatro, ou cinco, ou dezessete, todos esses números são arbitrários, tirânicos e opressores. Tá lá o meu fichário apaixonativo, com o perfil do que eu acho atraente, que é bastante vasto. Entrou novo contato, perfil aprovado, eu posso me apaixonar por ele. Hoje eu estou altamente informática. A superstição perniciosa generalizada é que é preciso deletar o anterior, para aceitar o novo. Que pobreza, que pobreza, que pobreza, que atraso! Se a memória aceita, se o perfil confere, se a senha foi dada, roda os dois programas ao mesmo tempo, roda os três, roda os vinte, porra! Minimiza um, roda embaixo o outro, exporta um arquivo pra lá, outro pra cá, a informática é muito educativa, para que os débeis mentais que tanto pontificam e nos abalam com suas besteiras compreendam que os processos mentais que consideram sublimes e prova da existência de Deus são meras linhazinhas de comando de rotina no DOS do cérebro, o buraco é abissalmentissimamente mais embaixo. Claro que a paixão nova, no primeiro momento, mobiliza muito o apaixonado, que tende a ficar cego para os outros arquivos e ai, na maior parte das vezes, o entulho burro começa a aporrinhar, o camarada foi treinado para não achar aquilo certo, tem que deletar o arquivo em uso, não sei o quê. A analogia informática continua certeira, é como um programa novo, um brinquedo novo. Mas depois a gente abre o arquivo mais antigo, é bom, reaviva, estimula, meu Deus, por que erigimos empecilhos absurdos e destrutivos da beleza da Criação, os arquivos podem conviver na maior paz; clica, ele abre, tudo pronto para o deleite de todos e o cumprimento cioso quão alegre da sina! O limite é a memória!"
Erika
quinta-feira, 2 de julho de 2009
"DESPREOCUPADA"
DESPREOCUPADA... Eu ando assim, largada. Sonhando... há dias que assim ando. Tem algo melhor? Não quero andar preocupada, deixo minhas inquietações numa malinha e não carrego comigo. Não quero nem roupas apertadas...mas o salto alto não dispenso. Não abro mão dos sonhos também, realidade de mais me faz mal. Aluada... eu ando assim, esfomeada. A flor da pele ao menor toque... então não me provoque ou melhor... aproveite. Enquanto não fecho o estoque. Deleite-se...sacie-me. Ando devagar para que venhas me pegar. Ó, estou parada! DESPREOCUPADA! Eu ando assim, sem sentença. Aconteça o que aconteça, ando caindo de cabeça. Amo demais, sofro muito, penso muito, despreocupo demais. Me recolho ao máximo, me dou aos extremos. Desisto fácil, mudo de idéia mais rápido ainda. Quero ir, quero ficar. Oscilante.... Eu ando assim a todo instante. Escorregadia... gata vadia. Um porre, alguém me socorre?! Não sei se mato ou morro. Se insisto, desisto, gozo ou durmo. Não sei se "se" ou "mas", se dizer sim ou não tanto faz. Enquanto não decido, fico sentada no vestido... ferro existe para quê? Sente do meu lado e DESPREOCUPE-SE também!
Autor desconhecido
Rita de Cássia
Autor desconhecido
Rita de Cássia
quarta-feira, 1 de julho de 2009
A IMPONTUALIDADE DO AMOR
Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente a tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar. Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha. Trimmm! É sua mãe, quem mais poderia ser? Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase galinha, sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta, volver. Por que o amor nunca chega na hora certa?
Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans. Agora que você está empregado, lavou o carro e está com grana para um cinema. Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz. Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio.
O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa.
O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, você que não procura direito.
A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: mas é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, e as flores vão chegar no dia que você tirar carteira de motorista, depois de aprovado no teste de baliza. Idealizar é sofrer. Amar é surpreender.
Martha.
Erika
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Seus pais foram jantar fora e deixaram o apartamento só para você, seu namorado e a tevê a cabo. Que inconseqüentes! Em menos de um minuto vocês deixam a televisão falando sozinha e vão ensaiar umas cenas de amor no quartinho dos fundos. De repente, escutam o barulho da fechadura. Seu pai esqueceu o talão de cheques. Passos no corredor. Antes que você localize sua camiseta, sua mãe se materializa na porta. Parece que ela está brincando de estátua, mas não resta dúvida que entrou em estado de choque. Você diz o quê? Mãe, a carne é fraca.
A desculpa é esfarrapada mas é legítima. Nada é mais vulnerável que nosso desejo. Na luta entre o cérebro e a pele, nunca dá empate. A pele sempre ganha de W.O.
Você planeja terminar um relacionamento. Chegou à conclusão que não quer mais ter a seu lado uma pessoa distante, que não leva nada à sério, que vive contando piadinhas preconceituosas e que não parece estar muito apaixonado. Por que levar a história adiante? Melhor terminar tudo hoje mesmo. Marca um encontro. Ele chega no horário, você também. Começam a conversar. Você engata o assunto. Para sua surpresa, ele ficou triste. Não quer se separar de você. E para provar, segura seu rosto com as duas mãos e tasca-lhe um beijo. Danou-se.
Onde foram parar as teorias, os diálogos que você planejou, a decisão que parecia irrevogável? Tomaram Doril. Você agora está sob os efeitos do cheiro dele, está rendida ao gosto dele, está ligada a ele pela derme e epiderme. A gravação do seu celular informa: seus neurônios estão fora da área de cobertura ou desligados.
Isso nunca aconteceu com você? Reluto entre dar-lhe os parabéns ou os pêsames. Por um lado, é ótimo ter controle absoluto de todas as suas ações e reações, ter força suficiente para resistir ao próprio desejo. Por outro lado, como é bom dar folga ao nosso raciocínio e deixar-se seduzir, sem ficar calculando perdas e danos, apenas dando-se ao luxo de viver o seu dia de Pigmaleão.
A carne é fraca, mas você tem que ser forte, é o que recomendam todos. Tente, ao menos de vez em quando, ser sexualmente vegetariano e não ceder às tentações. Se conseguir, bravo: terá as rédeas de seu destino na mão. Mas se não der certo, console-se. Criaturas que derretem-se, entregam-se, consomem-se e não sabem negar-se costumam trazer um sorriso enigmático nos lábios. Alguma recompensa há de ter.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Escolhas
Para valer a pena, tem de dar trabalho, tem de ser difícil, tem de demandar esforço?
Até admito que exista certa verdade nesta teoria, especialmente se considerarmos que sonhos e objetivos requerem esforços específicos, muitas vezes. Porém, há uma enorme diferença entre ‘dedicar-se com afinco’ e ‘ficar dando murro em ponta de faca’, ainda mais quando furar as mãos está a serviço de lustrar o ego.
Apostar em situações onde quase tudo está se mostrando desfavorável e contrário aos nossos esforços pode até ser uma escolha admirável quando a gente sente que realmente vale a pena arriscar e persistir, mas até neste caso é preciso que haja um limite.
Se estamos sempre perdendo o interesse quando a conquista está fácil e se excitando quando está difícil, é hora de refletirmos sobre o que é que estamos querendo provar para nós mesmos ou para os outros: que somos capazes de atingir nossos objetivos custe o que custar?
Porque se for isso, estamos seguramente nos deixando dominar por um ego infantil e tolo. Enganados sobre o que seja determinação. E aí... se conseguimos, em geral terminamos descobrindo que não é bem isso o que desejávamos! O ‘prêmio’ perde a graça e a dinâmica recomeça...
Feito crianças mimadas, descartamos o que temos e corremos atrás do que não temos, presos a uma rotatória que não nos leva a lugar algum. Por fim, perdemos a chance de alcançar objetivos e realizar sonhos que realmente nos preencheriam e desperdiçamos tempo demais com o que não passa de um capricho.
...chegará o momento em que você já não saberá o que realmente quer. Tudo vira guerra, competição, disputa... Contra quem?!? Contra si mesmo, contra sua teimosia e seus enganos. E assim, não importa o que você ganhe, pois terminará sempre com a sensação de que falta algo...
Até admito que exista certa verdade nesta teoria, especialmente se considerarmos que sonhos e objetivos requerem esforços específicos, muitas vezes. Porém, há uma enorme diferença entre ‘dedicar-se com afinco’ e ‘ficar dando murro em ponta de faca’, ainda mais quando furar as mãos está a serviço de lustrar o ego.
Apostar em situações onde quase tudo está se mostrando desfavorável e contrário aos nossos esforços pode até ser uma escolha admirável quando a gente sente que realmente vale a pena arriscar e persistir, mas até neste caso é preciso que haja um limite.
Se estamos sempre perdendo o interesse quando a conquista está fácil e se excitando quando está difícil, é hora de refletirmos sobre o que é que estamos querendo provar para nós mesmos ou para os outros: que somos capazes de atingir nossos objetivos custe o que custar?
Porque se for isso, estamos seguramente nos deixando dominar por um ego infantil e tolo. Enganados sobre o que seja determinação. E aí... se conseguimos, em geral terminamos descobrindo que não é bem isso o que desejávamos! O ‘prêmio’ perde a graça e a dinâmica recomeça...
Feito crianças mimadas, descartamos o que temos e corremos atrás do que não temos, presos a uma rotatória que não nos leva a lugar algum. Por fim, perdemos a chance de alcançar objetivos e realizar sonhos que realmente nos preencheriam e desperdiçamos tempo demais com o que não passa de um capricho.
...chegará o momento em que você já não saberá o que realmente quer. Tudo vira guerra, competição, disputa... Contra quem?!? Contra si mesmo, contra sua teimosia e seus enganos. E assim, não importa o que você ganhe, pois terminará sempre com a sensação de que falta algo...
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Mulheres Possíveis
'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação! E, entre uma coisa e outra, leio livros. Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero. Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho. Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir. Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela. Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante' .
Martha Medeiros
(Texto do Jornal O Globo)
Martha Medeiros
(Texto do Jornal O Globo)
quarta-feira, 20 de maio de 2009
"Algumas vezes eu fiz muito mal para pessoas que me amaram. Não é paranóia não. É verdade. Sou tão talvez neuroticamente individualista que, quando acontece de alguém parecer aos meus olhos uma ameaça a essa individualidade, fico imediatamente cheio de espinhos - e corto relacionamentos com a maior frieza, às vezes firo, sou agressivo e tal. É preciso acabar com esse medo de ser tocado lá no fundo. Ou é preciso que alguém me toque profundamente para acabar com isso."
Caio F.
Erika
quinta-feira, 14 de maio de 2009
SEJA UM IDIOTA - A idiotice é vital para a felicidade.
Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre.
Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos.
E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?hahahahahahahahaha!...
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana?
Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas.
E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar.
Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal.
Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.
Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.
Teste a teoria.
Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:passageiras.
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
Autor Desconhecido
Rita de Cássia Barreiro
Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
Ria dos próprios defeitos.
E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.
Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?hahahahahahahahaha!...
Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana?
Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas.
E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
Desaprenderam a brincar.
Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.
Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
Dura, densa, e bem ruim.
Brincar é legal.
Entendeu?
Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.
Pule corda!
Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.
Teste a teoria.
Uma semaninha, para começar.
Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são:passageiras.
Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?
Autor Desconhecido
Rita de Cássia Barreiro
sexta-feira, 8 de maio de 2009
"Eu sou lúcida na minha loucura, permanente na minha inconstância, inquieta na minha comodidade. Pinto a realidade com alguns sonhos, e transformo alguns sonhos em cenas reais. Choro lágrimas de rir e quando choro pra valer não derramo uma lágrima.
Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos do que sou capaz. Busco pelo prazer da paisagem e raramente pela alegre frustração da chegada. Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais. Mas não me leve a sério, sei que nada é definitivo. Nem eu sou o que penso que eu sou. Nem nós o que a gente pensa que tem.
Prefiro as noites porque me nutrem na insônia, embora os dias me iluminem quando nasce o sol. Trabalho sem salário e não entendo de economizar. Nem de energia. Esbanjo-me até quando não devo e, vezes sem conta, devo mais do que ganho. Não acredito em duendes, bruxas, fadas ou feitiços. Não vou à missa. Nem faço simpatias. Mas, rezo pra algum anjo de plantão e mascaro minha fé no deus do otimismo. Quando é impossível, debocho. Quando é permitido, duvido.
Não bebo porque só me aceito sóbria, fumo pra enganar a ansiedade e não aposto em jogo de cartas marcadas. Penso mais do que falo. E falo muito, nem sempre o que você quer saber. Eu sei. Gosto de cara lavada — exceto por um traço preto no olhar — pés descalços, nutro uma estranha paixão por camisetas velhas e sinto falta de uma tatuagem no lado esquerdo das costas."
Autor desconhecido
Amo mais do que posso e, por medo, sempre menos do que sou capaz. Busco pelo prazer da paisagem e raramente pela alegre frustração da chegada. Quando me entrego, me atiro e quando recuo não volto mais. Mas não me leve a sério, sei que nada é definitivo. Nem eu sou o que penso que eu sou. Nem nós o que a gente pensa que tem.
Prefiro as noites porque me nutrem na insônia, embora os dias me iluminem quando nasce o sol. Trabalho sem salário e não entendo de economizar. Nem de energia. Esbanjo-me até quando não devo e, vezes sem conta, devo mais do que ganho. Não acredito em duendes, bruxas, fadas ou feitiços. Não vou à missa. Nem faço simpatias. Mas, rezo pra algum anjo de plantão e mascaro minha fé no deus do otimismo. Quando é impossível, debocho. Quando é permitido, duvido.
Não bebo porque só me aceito sóbria, fumo pra enganar a ansiedade e não aposto em jogo de cartas marcadas. Penso mais do que falo. E falo muito, nem sempre o que você quer saber. Eu sei. Gosto de cara lavada — exceto por um traço preto no olhar — pés descalços, nutro uma estranha paixão por camisetas velhas e sinto falta de uma tatuagem no lado esquerdo das costas."
Autor desconhecido
Erika
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Já escondi um amor com medo de perdê-lo,
Já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por estar com medo,
Já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida,
Já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono,
Já fui dormir tão feliz, ao ponto de ne conseguir fechar os olhos...
Já acreditei em amores perfeitos,
Já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram,
Já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou,
Já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois,
Já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importancia a pessoa que amava,
Para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri, chorando lagrimas de tristeza,
Já chorei de tanto rir.Já acreditei em pessoas que não valiam a pena,
Já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns,
Outras vezes falei o que nao pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns,
Já fingi ser o que não sou para desagradar outros.Já senti muito a falta de alguém, mas nunca lhe disse.Já gritei quando deveria calar.
Já calei quando deveria gritar.Já contei piadas sem graça, apenas para ver um amigo mais feliz.
Já inventei historias de final feliz, para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade.
Já tive medo do escuro,Hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali"...
Já cai inumeras vezes, achando que não iria me reerguer.
Já me reergui inumeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria,
Apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já chamei pessoas proximas de "amigo", e descobri que não eram.
Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Autor Desconhecido.
Enfim continuo aqui vivendo dias iguais de formas diferentes, sabendo que dessa vida ainda tenho muito que aprender.
Rita de Cássia Barreiro
Já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por estar com medo,
Já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida,
Já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono,
Já fui dormir tão feliz, ao ponto de ne conseguir fechar os olhos...
Já acreditei em amores perfeitos,
Já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram,
Já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou,
Já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois,
Já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importancia a pessoa que amava,
Para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri, chorando lagrimas de tristeza,
Já chorei de tanto rir.Já acreditei em pessoas que não valiam a pena,
Já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns,
Outras vezes falei o que nao pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns,
Já fingi ser o que não sou para desagradar outros.Já senti muito a falta de alguém, mas nunca lhe disse.Já gritei quando deveria calar.
Já calei quando deveria gritar.Já contei piadas sem graça, apenas para ver um amigo mais feliz.
Já inventei historias de final feliz, para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade.
Já tive medo do escuro,Hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali"...
Já cai inumeras vezes, achando que não iria me reerguer.
Já me reergui inumeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria,
Apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já chamei pessoas proximas de "amigo", e descobri que não eram.
Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Autor Desconhecido.
Enfim continuo aqui vivendo dias iguais de formas diferentes, sabendo que dessa vida ainda tenho muito que aprender.
Rita de Cássia Barreiro
quarta-feira, 22 de abril de 2009
.....
" ...com todo perdão da palavra, eu sou um mistério para mim! é curioso como não sei dizer quem sou... quer dizer, sei , mas não posso dizer, tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar, não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo... e nem entendo aquilo que entendo: porque estou infinitamente maior que eu mesma, e não me alcanço!mas acredito que o que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós :)e se me achar esquisita,respeite também. até eu fui obrigada a me respeitar... "
(Clarice Lispector)
Post: Rita de Cássia Barreiro Aquino
(Clarice Lispector)
Post: Rita de Cássia Barreiro Aquino
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Desde que o mundo é mundo?
O mundo consegue mexer muito com a gente! fico cada vez mais impressionada com a capacidade que tudo que existe em nosso redor, às vezes, não faz sentido algum.Porque acordar todo dia, quase os 365 dias do ano (salvo os fins de semana e feriados, porém nem sempre) naquela mesma hora, fazer a mesma sequencia de coisas entre tomar banho, escovar os dentes, tomar café da manha, e sair correndo por causa do atraso, fazer o mesmo caminho, chegar no mesmo lugar, olhar p as mesmas pessoas e desempenhar a mesma rotina de sempre, sem muita perspectiva de mudança de rota? O bom (nem tanto) e velho COTIDIANO!e nós aceitamos isso tudo com passividade, como se fosse a coisa mais normal do mundo, sem perceber como, com o tempo, os tornamos robos de nós mesmos, executando sempre as mesmas tarefas, já no automático, sem pensar para fazer. Já nem raciocinamos mais, apenas cumprimos com louvor aquilo que a sociedade nos cobra. Essa sociedade que suga a nossa energia, nossa vitalidade, nossa vida. E nós apenas a entregamos, uma partezinha a cada dia, até virem os primeiros sintomas de esgotamento. Alguns chamam de estresse, outros de cansado, cada um chama do jeito que quiser, porém, a verdade é que estamos doando a nossa vida. Doando sim, porque não recebemos nada em troca. Doamos a nossa vida, e não ganhamos nada com isso. Estamos nos deteriorando, nos perdendo. Tendo doenças psicológicas, tendo ataques de nervos, aumentando a quantidade de brigas e discussões.Será mesmo que isso é a vida?Será mesmo que é assim que se vive?Será mesmo que esse é o jeito certo? É isso que consideramos certo, dentro de nós?Ou essa foi a verdade imposta pelo mundo desde que nascemos? Será que o mundo sabe o porque é isso que ele impõe? Ou nem o mundo sabe porque ele vive assim? O porque dele impor isso?Foi criada uma bola de neve, onde ninguem mais sabe onde começou, e ningué mais sabe o porque que tem que ser assim...Apenas sabe que tem que ser, e como uma "boa pessoa" que é, segue as normas, para ser recompensado. Recompensado? A recompensa seria entregarmos a nossa vida até a última gota? Até o seu esgotamento total? Seria isso o que consideramos como recompensa?
POst: Ellen Tyna
POst: Ellen Tyna
terça-feira, 14 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
"Se você tem a coragem de deixar para trás tudo que lhe é familiar e confortável (pode ser qualquer coisa, desde a sua casa aos seus antigos ressentimentos) e embarcar numa jornada em busca da verdade (para dentro ou para fora), e se você tem mesmo a vontade de considerar tudo que acontece nessa jornada como uma pista, e se você aceitar cada um que encontre no caminho como professor, e se estiver preparada, acima de tudo, para encarar (e perdoar) algumas realidades bem difíceis sobre você mesma... então a verdade não lhe será negada."
Elizabeth Gilbert - do livro comer rezar amar
Post: Ellen Tyna
Elizabeth Gilbert - do livro comer rezar amar
Post: Ellen Tyna
quarta-feira, 8 de abril de 2009
CONVERSA DE BOTECO
O fato de você não querer se jogar de cabeça numa coisa nova que está acontecendo não significa que você esteja isento de sentimentos...ao contrario, significa que agora as coisas tem que ser mais fortes e verdadeiras, para então vc se "entregar" de vez. Vc não parou de sentir, só passou a ser mais seletiva em relação aos seus sentimentos.
Mas quando a gente fica mto tempo sem usar, e ainda mais depois de ter machucado, caido, fica mais dificil, a gente esquece como faz, ou até fica com um medo inconscientemente.
Devemos fazer as coisas ao seu tempo, e se permitir sentir o que tiver que sentir e não encanar com isso. Até porque, quando a gente se força a fazer as coisas, aí sim, fica impossivel de sentir qualquer coisa que seja. Eu sei porque eu sou assim, a gente cria uma barreira, e passa a não deixar que as pessoas entrem. É isso que eu faço: da porta pra dentro, sou eu e eu mesma.
Mas vou procurar crescer com isso, buscar alguma coisa dentro de mim que ainda faça sentido. É dificil lidar com mudanças, e as mudanças estão dentro de mim. Estava acostumada com algumas coisas, alguns pensamentos...porém, a sessão do amor ficou inativa por quase um ano na minha vida, e agora nao sei mais o que está aqui que ainda deve ser usado, ou o que foi substituido pelas vivencia e deve ser renovado. Na verdade, muita coisa mudou em muito pouco tempo na minha vida, e continua mudando, com muita rapidez. As vezes em questão de dias, e as vezes é dificil lidar com tantas mudanças, por nao saber discernir o que ainda É MEU, e o que JÁ NÃO É MAIS.
Talvez por isso, em certas situações, nos sintamos deslocadas, sem chão, porque a nossa base de antigamente já nao nos sustenta mais, e nao sabemos qual novo material devemos usar para construir uma nova. É assim que crescemos, evoluimos... é bom, mas também é dificil passar por tantas transições seguidas.
E o pior é que a vida não pára pra gente contruir uma nova base, ela continua.. quer a gente esteja em pé em alguma coisa, ou não..ultimamente tenho percebido bastante isso.. não tenho tempo pra parar e me dar conta de que as coisas mudaram e que eu preciso me redescobrir..as coisas vão apenas acontecendo, uma atras da outra.. e se eu não estiver em pé, mesmo que seja num toquinho de madeira na pontinha do pé, eu caio e o tombo vai ser estrondoso, a ponto de ficar desolada. E isso é o que eu menos posso me dar ao luxo agora.
A gente nao consegue pensar, e a vida nao nos dá tempo. Quando achamos que conseguimos achar a resposta, muda tudo, e a gente nem percebe. Tem que começar do zero, tudo de novo.
As vezes cansa, devo admitir.
Eu ando tão confusa! Queria poder me abstrair do tempo, das pessoas, dos lugares. Dar pause na minha vida, ir me encontrar e voltar lucida pra continuar a fazer tudo que eu tenho que fazer.
As vezes tenho vontade jogar tudo pro alto e encontrar a minha paz, independente do mundo que eu vivo hj.
Mas é só uma vontade mesmo
É, a vida nao nos dá ao luxo de um "pause".
POst: Ellen Tyna
Mas quando a gente fica mto tempo sem usar, e ainda mais depois de ter machucado, caido, fica mais dificil, a gente esquece como faz, ou até fica com um medo inconscientemente.
Devemos fazer as coisas ao seu tempo, e se permitir sentir o que tiver que sentir e não encanar com isso. Até porque, quando a gente se força a fazer as coisas, aí sim, fica impossivel de sentir qualquer coisa que seja. Eu sei porque eu sou assim, a gente cria uma barreira, e passa a não deixar que as pessoas entrem. É isso que eu faço: da porta pra dentro, sou eu e eu mesma.
Mas vou procurar crescer com isso, buscar alguma coisa dentro de mim que ainda faça sentido. É dificil lidar com mudanças, e as mudanças estão dentro de mim. Estava acostumada com algumas coisas, alguns pensamentos...porém, a sessão do amor ficou inativa por quase um ano na minha vida, e agora nao sei mais o que está aqui que ainda deve ser usado, ou o que foi substituido pelas vivencia e deve ser renovado. Na verdade, muita coisa mudou em muito pouco tempo na minha vida, e continua mudando, com muita rapidez. As vezes em questão de dias, e as vezes é dificil lidar com tantas mudanças, por nao saber discernir o que ainda É MEU, e o que JÁ NÃO É MAIS.
Talvez por isso, em certas situações, nos sintamos deslocadas, sem chão, porque a nossa base de antigamente já nao nos sustenta mais, e nao sabemos qual novo material devemos usar para construir uma nova. É assim que crescemos, evoluimos... é bom, mas também é dificil passar por tantas transições seguidas.
E o pior é que a vida não pára pra gente contruir uma nova base, ela continua.. quer a gente esteja em pé em alguma coisa, ou não..ultimamente tenho percebido bastante isso.. não tenho tempo pra parar e me dar conta de que as coisas mudaram e que eu preciso me redescobrir..as coisas vão apenas acontecendo, uma atras da outra.. e se eu não estiver em pé, mesmo que seja num toquinho de madeira na pontinha do pé, eu caio e o tombo vai ser estrondoso, a ponto de ficar desolada. E isso é o que eu menos posso me dar ao luxo agora.
A gente nao consegue pensar, e a vida nao nos dá tempo. Quando achamos que conseguimos achar a resposta, muda tudo, e a gente nem percebe. Tem que começar do zero, tudo de novo.
As vezes cansa, devo admitir.
Eu ando tão confusa! Queria poder me abstrair do tempo, das pessoas, dos lugares. Dar pause na minha vida, ir me encontrar e voltar lucida pra continuar a fazer tudo que eu tenho que fazer.
As vezes tenho vontade jogar tudo pro alto e encontrar a minha paz, independente do mundo que eu vivo hj.
Mas é só uma vontade mesmo
É, a vida nao nos dá ao luxo de um "pause".
POst: Ellen Tyna
domingo, 5 de abril de 2009
.a vida é MUITO para ser insignificante!
"Já perdoei erros quase imperdoáveis,tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar. Mas também já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos.Amei e fui amado, mas também já fui rejeitado. Fui amado e não amei. Já gritei e pulei de tanta felicidade.Já vivi de amor e fiz juras eternas,quebrei a cara "Muitas vezes" Já chorei ouvindo músicas e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, já me apaixonei por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial ( e acabei perdendo )! Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida... e você também não deveria passar! VIVA!!!Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão. Perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO para ser insignificante"
sábado, 4 de abril de 2009
sexta-feira, 27 de março de 2009
Eu, eu mesma.
Egoísta. Guardo para mim as palavras que não me atrevi a pronunciar, os planos descartados (...). Poupei os outros do meu lado mais cruel e implacantes, o meu lado mais insano e fascinante.
Estou de volta, com mais um trecho de "Divã". Erika
quarta-feira, 18 de março de 2009
Quem pode?
Quem pode me explicar o que acontece dentro de mim ?
Eu tenho que responder às minhas próprias perguntas .
E tenho que ser serena para aplacar minha própria demência .
E tenho que ser discreta para me receber em confiança .
E tenho que ser lógica para entender minha própria confusão.
Ser ao mesmo tempo o veneno e o antídoto.
Martha Medeiros
Eu tenho que responder às minhas próprias perguntas .
E tenho que ser serena para aplacar minha própria demência .
E tenho que ser discreta para me receber em confiança .
E tenho que ser lógica para entender minha própria confusão.
Ser ao mesmo tempo o veneno e o antídoto.
Martha Medeiros
segunda-feira, 16 de março de 2009
um pouco de mim.
Sou cheia de defeitos, me acho completamente louca “as vezes”, vivo falando isso. Mas sou honesta e faço de tudo pelas pessoas que amo. Vivo a vida intensamente, mas sem prejudicar ninguém. Gosto de sair pra me divertir, o que importa são as companhias e não o lugar, por isso preservo muito minhas amizades. Adoro trabalhar (mesmo não estando empregada rs). Sou muito ansiosa, muito mesmo, ás vezes nem durmo de tanta ansiedade, e ás vezes não é nada tão sério assim. Sou tímida e extrovertida ao mesmo tempo, sei lá nem sei explicar isso. Sou calma e estressada ao mesmo tempo também, mas isso eu consigo explicar rs, se não tiver ninguém pra me estressar com certeza estarei calma, se me verem estressada é porque alguém fez por onde. Já fui muito vingativa, hoje acredito que cada um tem o que merece, então nem me preocupo com pessoas ruins, um dia elas pagarão pelo que fizeram. Acredito em destino e no livre arbítrio, ou seja, faço as besteiras e depois falo: ah, o destino quis q isso acontecesse rsrs... tem um monte de gente q faz isso. Sempre temos escolhas a fazer, e cada escolha nos levara para um caminho diferente. Por isso procuro sempre pensar bastante antes de tomar decisões importantes, as vezes penso demais, e mesmo assim não consigo decidir rs, alias sou indecisa, sempre quero achar uma saída pra ter a parte boa de cada caminho, mas nem sempre isso é possível. Amo demais minha mãe, um dia retribuirei tudo que ela sempre fez por mim. Agradeço a Deus todos os dias por tudo de bom q acontece na minha vida, às vezes faço uns pedidos também né? rs... mas prefiro apenas agradecer por tudo. Também amo meus amigos, cada um com seu jeitinho, com as suas loucuras, eles sabem quem são, não preciso citar nomes. Ah e minha família amo também claro. Sempre unidos às vezes nem tanto mas sempre serão minha família, gosto de cada um deles. Gosto de praia, de musica, de comer, de beber, gosto de fazer nada e gosto de fazer tudo Resumindo: sou mesmo “as vezes louca”, nem eu me entendo mas vezes, mas sou feliz e isso é o que mais importa. Obrigado a Deus por tudo! E vamos que vamos que tenho muito o que ralar ainda nessa vida!
Rita de Cássia Barreiro Aquino
Rita de Cássia Barreiro Aquino
quinta-feira, 12 de março de 2009
"Doidas e Santas"
Adoro as crônicas da Martha Medeiros!São instigantes e me passam todos os tipos de sentimentos: amor, compaixão, raiva, indignação...
Eis um trecho:
"Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar nosso poder de sedução para encontrar "the big one", aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá para ocupar uma vida, não é mesmo? Mas além disso temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir de vez em quando que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo pro alto e embarcar num navio-pirata comandado pelo Johnny Depp, ou então virar uma cafetina, sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha. Eu só conheço mulher louca.
Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos. Todas as mulheres estão dispostas a abrir a janela, não importa a idade que tenham. Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota.
Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só sendo louca de pedra. "
Gente...caiu a ficha: "sou doida!!!" Iupiiiiiiiiiiiiiii....hahahaha
Eis um trecho:
"Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar nosso poder de sedução para encontrar "the big one", aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá para ocupar uma vida, não é mesmo? Mas além disso temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir de vez em quando que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo pro alto e embarcar num navio-pirata comandado pelo Johnny Depp, ou então virar uma cafetina, sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha. Eu só conheço mulher louca.
Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos. Todas as mulheres estão dispostas a abrir a janela, não importa a idade que tenham. Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota.
Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só sendo louca de pedra. "
Gente...caiu a ficha: "sou doida!!!" Iupiiiiiiiiiiiiiii....hahahaha
domingo, 8 de março de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
NOTA IMPORTANTE - CARNAVAL
A espuma condensada em lata de spray polui antes e depois do seu uso, segundo especialistas. Quando é produzida, a partir de combustíveis fósseis, emite CO2, explica o pesquisador do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) Marcio Nahuz. Por mais que seja feita de celulose, a serpentina tradicional geralmente é composta de papel reciclado, o que poupa árvores, conforme Nahuz.
Segundo Márcia Guekezian, coordenadora do curso de química da Universidade Mackenzie, os solventes usados na composição do spray são outro inimigo: poluem o ar a cada aperto da válvula. "Algumas marcas importadas, piratas, têm até CFC (clorofluorcarboneto), muito nocivo à camada de ozônio e proibido por lei."
O problema continua também depois do baile. Após o uso, restam resíduos químicos no fundo da lata, o que impossibilita sua reciclagem, afirma a especialista.
Por seus efeitos nocivos, a serpentina "enlatada" foi proibida em cidades como Caraguatatuba (SP), Pedreira (SP) e Rio de Janeiro, lembra Geraldo Fontana, professor de engenharia química do centro universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana).
Fontana adverte que, para ser reciclada, a serpentina de papel deve ser recolhida antes de misturar-se com água ou outras substâncias. Caso contrário, sua reutilização fica muito mais cara e o material pode parar em algum bueiro, piorando as enchentes típicas do período de verão.
Se os argumentos ecológicos não foram suficientes pra dar bandeira branca à espuma neste ano, o bolso talvez seja. O preço da serpentina de papel é bem mais baixo.
retirado: folha on-line
POst: Ellen Tyna
Segundo Márcia Guekezian, coordenadora do curso de química da Universidade Mackenzie, os solventes usados na composição do spray são outro inimigo: poluem o ar a cada aperto da válvula. "Algumas marcas importadas, piratas, têm até CFC (clorofluorcarboneto), muito nocivo à camada de ozônio e proibido por lei."
O problema continua também depois do baile. Após o uso, restam resíduos químicos no fundo da lata, o que impossibilita sua reciclagem, afirma a especialista.
Por seus efeitos nocivos, a serpentina "enlatada" foi proibida em cidades como Caraguatatuba (SP), Pedreira (SP) e Rio de Janeiro, lembra Geraldo Fontana, professor de engenharia química do centro universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana).
Fontana adverte que, para ser reciclada, a serpentina de papel deve ser recolhida antes de misturar-se com água ou outras substâncias. Caso contrário, sua reutilização fica muito mais cara e o material pode parar em algum bueiro, piorando as enchentes típicas do período de verão.
Se os argumentos ecológicos não foram suficientes pra dar bandeira branca à espuma neste ano, o bolso talvez seja. O preço da serpentina de papel é bem mais baixo.
retirado: folha on-line
POst: Ellen Tyna
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
"Sou pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.
Sou isso hoje...Amanhã, já me reinventei.Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar...Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil...e choro também!"
Sou isso hoje...Amanhã, já me reinventei.Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim.
Sou complexa, sou mistura, sou mulher com cara de menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar...Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Sou boba, mas não sou burra. Ingênua, mas não santa. Sou pessoa de riso fácil...e choro também!"
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
um quase amor!
…Se não era amor, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não se sabe se vai ser antes ou depois de se chocar contra o solo. Eu bati a 200 km por hora e estou voltando á pé pra casa, avariada.Eu sei,não precisa me dizer outra vez. Era uma diversão, uma paixonite, um jogo entre adultos. Telvez este seja o ponto. Talvez eu Não seja adulta o suficiente para brincar tão longe do meu patio, do meu quarto, das minhas bonecas. Onde é que eu estava com a cabeça, de acreditar em contos de fada, de achar que a gente muda o que sente, e que bastaria apertar um botão que as luzes apagariam e eu voltaria a minha vida satisfatória,sem seqüelas, sem registro de ocorrência? Eu não amei aquele cara. Eu tenho certeza que não. Eu amei a mim mesma naquela verdade inventada.Não era amor,era uma sorte. Não era amor, era uma travessura. Não era amor, eram dois travesseiros. Não era amor, eram dois celulares desligados. Não era amor, era de tarde. Não era amor, era inverno. Não era amor, era sem medo. NÃO ERA AMOR, ERA MELHOR”
Matha Medeiros
Matha Medeiros
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
sábado, 31 de janeiro de 2009
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Hoje eu chorei.
Simplesmente sentei no chão, e chorei.
Chorei desesperadamente por alguns minutos.
Deixei todas as lágrimas que surgiam em meus olhos caírem livres.
Soltei gemidos.
Fiz caretas.
E era como se tudo aquilo que têm cansado o meu coração estivesse declarando uma trégua.
Sei bem que chorar não resolve nada,
mas sábio foi aquele que disse que chorar alivia.
É como o estouro de uma bomba.
Tudo aquilo vai lhe atormentando dia após dia,
até você achar que está a um ponto da loucura.
De repente,
a chuva.
Não,
a tempestade.
Você chora.
E é como se a água levasse consigo, por um tempo, aquilo que tanto agonia.
Um instante de paz,
em meio à tormenta.
POst: Ellen Tyna
Simplesmente sentei no chão, e chorei.
Chorei desesperadamente por alguns minutos.
Deixei todas as lágrimas que surgiam em meus olhos caírem livres.
Soltei gemidos.
Fiz caretas.
E era como se tudo aquilo que têm cansado o meu coração estivesse declarando uma trégua.
Sei bem que chorar não resolve nada,
mas sábio foi aquele que disse que chorar alivia.
É como o estouro de uma bomba.
Tudo aquilo vai lhe atormentando dia após dia,
até você achar que está a um ponto da loucura.
De repente,
a chuva.
Não,
a tempestade.
Você chora.
E é como se a água levasse consigo, por um tempo, aquilo que tanto agonia.
Um instante de paz,
em meio à tormenta.
POst: Ellen Tyna
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Amizade - Martha Medeiros
Dei pra me emocionar cada vez que falo dos amigos. Deve ser a idade, dizem que a gente fica mais sentimental. Mas é fato: quando penso no que tenho de mais valioso, os amigos aparecem em pé de igualdade com o resto da família. E quando ouço pessoas dizendo que amigo, mas amigo meeeesmo, a gente só tem dois ou três, empino o peito e fico até meio besta de tanto orgulho: eu tenho muito mais do que dois ou três. São uma cambada. Não é privilégio meu, qualquer pessoa poderia ter tantos assim, mas quem se dedica?Fulano é meu amigo, Sicrana é minha amiga. É nada. São conhecidos. Gente que cumprimentamos na rua, falamos rapidamente numa festa, de repente sabemos até uma fofoca pesada sobre eles, mas amigos? Nem perto. Alguns até chegaram a ser, mas não são mais por absoluta falta de cuidado de ambas as partes.Amizade não é só empatia, é cultivo. Exige tempo, disposição. E o mais importante: o carinho não precisa - nem deve - vir acompanhado de um motivo. As pessoas se falam basicamente nos aniversários, no Natal ou para pedir um favor - tem que haver alguma razão prática ou festiva para o contato. Pois para saber a diferença entre um amigo ocasional e um amigo de verdade, basta tirar a razão de cena. Você não precisa de uma razão, basta sentir a falta da pessoa. E, estando juntos, tratarem-se bem. Difícil exemplificar o que é tratar bem. Se são amigos mesmo, não precisam nem falar, podem caminhar lado a lado em silêncio. Não é preciso troca de elogios constantes, podem até pegar no pé um do outro, brigar talvez (e porque não!?) delicadamente. Não é preciso manifestações constantes de carinho, podem dizer verdades duras, às vezes elas são necessárias. Mas há sempre algo sublime no ar entre dois amigos de verdade. Talvez respeito seja a palavra. Afeto, certamente. Cumplicidade? Mais do que cumplicidade. Sintonia?Oh, céus! Santa pieguice, Batman! Amor? Esta lengalenga de novo? Sério, só mesmo amando um amigo para permitir que ele se atire no seu sofá e chore todas as dores dele sem que você se incomode nem um pingo com isso. Só mesmo amando para você confiar a ele o seu próprio inferno. E para não invejarem as vitórias um do outro. Por amor, você empresta suas coisas, dá o seu tempo, é honesto nas suas respostas, cuida para não ofender, abraça causas que não são suas, entra numas roubadas, compreende alguns sumiços - mas liga quando o sumiço é exagerado. Tudo isso é amizade com trato. Se amigos assim entrarem na sua vida, não deixe que sumam. Porém, a maioria das pessoas não só deixa como contribui para que os amigos evaporem. Ignora os mecanismos de manutenção. Acha que amizade é algo que vem pronto e que é da sua natureza ser constante, sem precisar que a gente dê uma mãozinha. E aí um dia abrimos a mãozinha e não conseguimos contar nos dedos nem dois amigos pra valer. E ainda argumentamos que solidão é um sintoma destes dias de hoje, tão emergenciais, tão individualistas. Nada disso. A solidão é apenas um sintoma do nosso descaso.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Felicidade
"Passamos a vida em busca da felicidade.
Procurando o tesouro escondido.
Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade.
Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica.
E achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para serem felizes.
Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes.
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes.
Uma busca infinda.
Anos desperdiçados.
Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto.
Sombras, lágrimas.
Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casanova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa.E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir.
Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo tem que nenhuma fortuna satisfaria a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar, seremos felizes.
Saiba: A única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida.Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo."
AUTOR DESCONHECIDO
POst: Ellen Tyna
Procurando o tesouro escondido.
Corremos de um lado para o outro esperando descobrir a chave da felicidade.
Esperamos que tudo que nos preocupa se resolva num passe de mágica.
E achamos que a vida seria tão diferente, se pelo menos fôssemos felizes.
E, assim, uns fogem de casa para serem felizes e outros fogem para casa para serem felizes.
Uns se casam para serem felizes e outros se divorciam para serem felizes.
Uns fazem viagens caríssimas para serem felizes e outros trabalham além do normal para serem felizes.
Uma busca infinda.
Anos desperdiçados.
Nunca a lua está ao alcance da mão, nunca o fruto está maduro, nunca o vinho está no ponto.
Sombras, lágrimas.
Nunca estamos satisfeitos.
Mas, há uma forma melhor de viver!
A partir do momento em que decidimos ser felizes, nossa busca da felicidade chegou ao fim.
É que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casanova, no carro novo, naquela carreira, naquela pessoa.E jamais está à venda.
Quando não conseguimos achar satisfação dentro de nós para ter alegria, estamos fadados à decepção.
A felicidade não tem nada a ver com conseguir.
Consiste em satisfazer-nos com o que temos e com o que não temos.
Poucas coisas são necessárias para fazer feliz o homem sábio, ao mesmo tempo tem que nenhuma fortuna satisfaria a um inconformado.
As necessidades de cada um de nós são poucas.
Enquanto nós tivermos alguma coisa a fazer, alguém a amar, alguma coisa a esperar, seremos felizes.
Saiba: A única fonte de felicidade está dentro de você, e deve ser repartida.Repartir suas alegrias é como espalhar perfumes sobre os outros: sempre algumas gotas acabam caindo sobre você mesmo."
AUTOR DESCONHECIDO
POst: Ellen Tyna
domingo, 11 de janeiro de 2009
Irônica é a vida! Quando a gente acha que está tudo sob controle, quando a gente acha que deu um grande passo para o amadurecimento, a vida vem e arranca todas as nossas "supostas" certezas, e nos deixa novamente com aquela "cara de bobo" no início da estrada!
Cansei de bancar a forte, a diferente, a que "não liga", cansei de, sem nem ao menos perceber, Me machucar, ME anular, ME, ME, ME...
Quero algo novo, quero olhar para mim, quero fazer o que faço, quero viver POR MIM, e não pelo mundo, e não pelas pessoas.
Cansei de tentar saber o que as pessoas acham, cansei de medir o que fiz, cansei de pesar os meus atos pelos outros, de me "fazer ser" o que talvez eu não seja... De viver sem viver... De viver de passagem.
Cansei, Cansei de tanta coisa que nem sei onde parar, o que encerrar, ou por onde começar algo novo.
Talvez amanhã eu ache o fio da lã que se perdeu no novelo. Só sei que hoje decidi que cansei, e que algo, definitivamente, tem que mudar...basta apenas perceber "o que".
POst: Ellen Tyna
Cansei de bancar a forte, a diferente, a que "não liga", cansei de, sem nem ao menos perceber, Me machucar, ME anular, ME, ME, ME...
Quero algo novo, quero olhar para mim, quero fazer o que faço, quero viver POR MIM, e não pelo mundo, e não pelas pessoas.
Cansei de tentar saber o que as pessoas acham, cansei de medir o que fiz, cansei de pesar os meus atos pelos outros, de me "fazer ser" o que talvez eu não seja... De viver sem viver... De viver de passagem.
Cansei, Cansei de tanta coisa que nem sei onde parar, o que encerrar, ou por onde começar algo novo.
Talvez amanhã eu ache o fio da lã que se perdeu no novelo. Só sei que hoje decidi que cansei, e que algo, definitivamente, tem que mudar...basta apenas perceber "o que".
POst: Ellen Tyna
sábado, 10 de janeiro de 2009
Gostar de alguém é função do coração, mas esquecer, não. É tarefa da nossa cabecinha, que aliás é nossa em termos: tem alguma coisa lá dentro que age por conta própria, sem dar satisfação. Quem dera um esforço de conscientização resolvesse o assunto (...).
Martha Medeiros
Martha Medeiros
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
E afinal, o que seria o amor?
Difícil, eu diria, até impossível, defini-lo ou encaixá-lo em qualquer tipo de rótulo! Talvez ele não tenha uma forma concreta, e ele se apresente, ou seja usado e interpretado cada um com a sua forma particular.
Já pensei também se seria o amor eterno....
Engraçada mesmo é a forma com que ele vem e vai, muda de intensidade e se altera, numa velocidade que nem entra em nosso entendimento.
Seria ele uma ilusão?
Eu não saberia responder, porém, a única certeza dentre tantos mistérios, é que sem ele não sobreviveríamos por muito tempo.
Como diria CAZUZA:
"A gente procura nele uma pureza que está sempre se pondo, indo embora"
POst: Ellen Tyna
Difícil, eu diria, até impossível, defini-lo ou encaixá-lo em qualquer tipo de rótulo! Talvez ele não tenha uma forma concreta, e ele se apresente, ou seja usado e interpretado cada um com a sua forma particular.
Já pensei também se seria o amor eterno....
Engraçada mesmo é a forma com que ele vem e vai, muda de intensidade e se altera, numa velocidade que nem entra em nosso entendimento.
Seria ele uma ilusão?
Eu não saberia responder, porém, a única certeza dentre tantos mistérios, é que sem ele não sobreviveríamos por muito tempo.
Como diria CAZUZA:
"A gente procura nele uma pureza que está sempre se pondo, indo embora"
POst: Ellen Tyna
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Feliz Ano Novo
"Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão. Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos... Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com um número e outra vontade de acreditar que daqui para diante vai ser diferente."
(Carlos Drummond de Andrade)
Post: Erika
(Carlos Drummond de Andrade)
Post: Erika
......
º ... eu continuo a viver com paixão, no entanto com muito mais equilíbrio nessa nova composição. eu continuo achando algumas pessoas interessantes, porém não fico mais idealizando a performance delas na minha vida. eu continuo tendo a certeza de que quero dividir a minha velhice com alguém especial, mas até então eu acho perfeita a forma como me ajeito sozinha naquela cama de casal. a definição do que é o amor, hoje, pra mim, sofreu grandes transformações. já não perco mais tanto tempo em prol dele e menos ainda engulo sapos, jacarés e até os grandes dinossauros pelo receio de ficar pra titia. eu não me tornei um ser independente do calor, dos carinhos, daquilo que possa parecer romântico, eu simplesmente parei de agir com tanta devoção. estou aí no campo. exposta e aberta. mas também atenta e com quantos pés no chão forem precisos, nem que pra isso eu precise utilizar os teus. agora eu consigo trabalhar com a idéia de que as "coisas" podem e talvez até devam ter o seu tempo determinado. e que EU sim, preciso viver feliz pra sempre, até que a morte ME separe. logo, não precisas desistir da idéia de tentar me seduzir. mas cuidado para não se apaixonar. você pode não fazer parte dos meus planos naquele momento. esteja certo de que quer encarar. o relacionamento que tenho comigo mesma agora é algo inabalável. você precisará de muita força. boa sorte! º
(Fernanda Gava)
Post Rita de Cássia
(Fernanda Gava)
Post Rita de Cássia
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